CPA - COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade de Tecnologia Assessoritec (FTA) é um órgão responsável por promover a autoavaliação institucional, garantindo que nossa instituição esteja sempre alinhada às necessidades dos estudantes, colaboradores e sociedade civil.
Por meio de um processo contínuo de análise e reflexão, a CPA coleta informações, avalia indicadores de desempenho e identifica oportunidades de melhoria nos diversos setores da FTA, incluindo ensino, pesquisa, extensão, infraestrutura, atendimento ao estudante, gestão e mais.
Nossa missão é contribuir para o crescimento sustentável da FTA, fortalecendo a excelência acadêmica, a inovação e o impacto social.
Os resultados da CPA são fundamentais para o planejamento estratégico da instituição, assegurando a qualidade dos cursos ofertados e promovendo a transparência em nossas ações. A participação de todos - estudantes, professores, colaboradores e sociedade civil - é essencial nesse processo.
Contamos com a sua colaboração para construir uma FTA cada vez mais forte e preparada para os desafios da educação superior e técnica profissionalizante.
Acompanhe aqui os trabalhos da CPA e descubra como você pode contribuir!
Dimensões analisadas pela CPA
As 10 dimensões utilizadas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) no processo de autoavaliação institucional foram estabelecidas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e são fundamentais para assegurar a qualidade do ensino superior no Brasil. Essas dimensões abrangem diferentes aspectos das instituições, permitindo uma análise ampla e detalhada de seus processos e serviços. Por meio dessa avaliação, é possível identificar pontos fortes, áreas que necessitam de melhorias e propor ações estratégicas para aprimorar o desempenho institucional.
Agora, vamos listar as 10 dimensões avaliadas pela CPA:

Membros da Comissão Própria de Avaliação
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é formada por representantes do corpo docente, colaboradores técnico-administrativos e da sociedade civil, garantindo uma ampla representatividade. Este grupo coeso tem como objetivo observar com atenção os processos internos e externos da instituição de ensino, promovendo a escuta ativa e a avaliação de opiniões e percepções. O foco está na melhoria contínua, realizada por meio do planejamento de ações baseadas nos resultados e sugestões coletados.
AS questões elaboradas pela CPA abrangem as 10 dimensões, avaliando aspectos administrativos, pedagógicos, de infraestrutura, além de atividades de pesquisa, extensão e os diversos serviços oferecidos pela instituição.
Fazem parte da Comissão Própria de Avaliação:
Marcel Tadashi Izumi: Coordenador da CPA;
Leiliani Petri Marques: Representante do corpo Docente;
Katiana da Silva Estevam: Representante do corpo Docente;
Mateus da Silva: Representante do corpo Técnico-Administrativo (Procurador Educacional Institucional);
Edilaine Cristina de Oliveira: Representante do corpo Técnico-Administrativo;
Rafaela de Melo: Representante Discente;
João Vitor Longen: Representante Discente;
Waldemir Soares Guedes Júnior: Representante da Sociedade Civil;
Cleber da Rosa Mendes: Representante da Sociedade Civil;
Etapas do Processo de Autoavaliação Institucional

1. Elaboração do projeto de pesquisa:
Nesta etapa, é definido o planejamento do processo de autoavaliação, incluindo objetivos, metodologia, cronograma e responsabilidades. O projeto serve como guia para orientar todas as etapas subsequentes.
2. Divulgação e Sensibilização:
Consiste em informar e ingajar a comunidade acadêmica e demais partes interessadas sobre o processo de autoavaliação, destacando sua importância e o impacto dos resultados para o aprimoramento da instituição.
3. Definição dos instrumentos de coleta de dados:
São escolhidos os métodos e ferramentas que serão utilizados para coletar informações, como questionários, entrevistas, grupos focais e outras técnicas que garantam a diversidade e confiabilidade dos dados.
4. Aplicação dos instrumentos de coleta de dados:
Os instrumentos definidos são aplicados junto aos públicos-alvo (estudantes, docentes, técnicos administrativos e sociedade civil), de forma organizada e dentro do cronograma estabelecido, para garantir uma coleta ampla e representativa.
5. Elaboração dos relatórios e divulgação dos resultados:
Após a coleta, os dados são analisados e organizados em relatórios detalhados que apresentam os achados e as conclusões do processo de avaliação.
Esses relatórios são compartilhados com a comunidade acadêmica e demais interessados.
6. Seleção de propostas de melhoria e acompanhamento:
Com base nos resultados, são identificadas e priorizadas ações de melhoria para corrigir falhas ou potencializar pontos fortes. Em seguida, inicia-se o acompanhamento das propostas para garantir sua implementação efetiva.
7. Avaliação e feedback das propostas implementadas:
Após a execução das melhorias, a instituição avalia os impactos das mudanças realizadas e coleta feedback dos envolvidos para medir a eficácia das ações implementadas, ajudando-as, se necessário.